27 agosto 2014

Projeto We love Photos - Coisas de Alice

Olá, o blog está participando do projeto fotográfico We Love Photos, que todo mês fornece um tema para os blogueiros se inspirarem.

O tema desse mês não tem muito a ver comigo, já que se trata de uma história que costumo passar o mais longe possível.

Estou falando de Alice no País das Maravilhas.

Eu sei que muitos adoram essa história, mas para mim, o sonho alucinógeno induzido pelo ópio do escritor  Lewis Carroll ( que ironicamente também se interessava por fotografia, só que de um tipo nada agradável), é o tipo raro de livro que me causa algo muito parecido com fobia. Sim, eu quase entro em pânico quando tento ler ou ver os filmes ligados a ele.

Mas o pessoal do projeto sugeriu algo bem interessante:

“Rainha Branca e Alice acreditavam em seis coisas impossíveis antes do café da manhã e você? Em agosto, o We love Photos convida a todos a fotografarem o impossível, os maiores desejos ou até mesmo o que gostaríamos que acontecesse nas nossas vidas antes do café da manhã. Vale tudo! Soltem a imaginação e coloquem a criatividade e a câmera para funcionar.”

Com isso escolhi seis fotos, que podem não ter nada a ver com o livro, mas são fotos que tirei em momentos únicos e cheios de alegria, então acho que vale como parte do projeto. 










25 agosto 2014

Mais sobre... séries - The Strain



Olá povo, hoje vamos falar de uma série que é a queridinha da atualidade para os fãs de terror, e que parece ter vindo para salvar a dignidade dos vampiros. A série é The Strain, inspirada no livro do mesmo nome, e que tem como um de seus autores o conhecidíssimo diretor Guilhermo Del Toro.

Para os fãs de cinema fantasia o diretor, produtor e escritor Guilhermo Del Toro é um nome conhecido e respeitado por muitos, e é ele o principal responsável pela volta dos vampiros malvados e sanguinolentos aos livros e série de tv. Já que em The Strain eles voltam a ser os vilões, se transformando em uma verdadeira pandemia em plena cidade de Nova York.

Aclamada como uma das melhores séries desse ano, The Strain ressuscita a temática ‘vampiro sangue suga’, trazendo uma história completamente diferente, mostrando o vampirismo como uma doença parasital, que transformar suas vitimas em monstros com sensibilidade á luz solar, e sede de sangue.

O diretor (que escreveu e dirigiu o primeiro episódio Night Zero), nos trás algo completamente novo, quebrando a tradição de vampiros fortes, sedutores e extremamente sexuais, mostrando criaturas deformadas, que possuem tentáculos que se projetam de suas bocas, e sem nenhum tipo de órgão sexual.

Ou outras palavras, em The Strain os vampirões podem até ser eternos, mas nada de diversão para eles.





A história


"Um avião pousa no aeroporto internacional John F. Kennedy em Nova York, com suas luzes apagadas e portas seladas. O Epidemiologista Dr. Ephraim Goodweather e seu time são enviados para investigar. A bordo eles encontram 206 corpos e quatro sobreviventes. A situação rapidamente se deteriora quando todos os corpos desaparecem do necrotério. Goodweather e um pequeno grupo de ajudantes se encontram lutando para proteger não somente aos seus entes queridos, mas toda a cidade de Nova York, de um incidente que pode custar toda a humanidade."


The Strain segue quase que passo a passo a história apresentada no primeiro livro da série, mostrando o cientista da CDC, o Dr. Ephraim Goodweather (Corey Stoll),tentando entender o que aconteceu com um avião que retornava da Alemanha para os Estados Unidos, mas que segundos após aterrissar ficou completamente parado na pista, sem comunicação com a torre e com os motores desligados.

Ao entrar no avião a equipe do CDC logo descobre que praticamente todos os passageiros e tripulação estão mortos, e somente quatro pessoas parecem ter milagrosamente sobrevivido, e rapidamente começa as investigações do que poderia ter causado a morte instantânea de todos a bordo.

Depois de encontrar um estranho parasita a bordo do avião, Ephraim passa a tentar entender evitar que essa doença tome conta de Nova York, mas é impedido por pessoas poderosas envolvidas em um grande complô para abafar o caso, e ajudar que a doença se espalhe pela cidade. 


Minha opinião sobre a série...


Com algumas cenas bem direcionadas para chocar o publico desacostumado com esse estilo de enredo, principalmente em se tratando de uma série para TV, e uma história com sangue o suficiente para agradar o publico fã te terror que já estava órfão do gênero por um bom tempo, The Strain conseguiu conquistar uma verdadeira legião de fãs pelo mundo, e já tem sua segunda temporada garantida.


Realmente gostei de The Strain, considero a série um pouco mais lenta do que o esperado para esse tipo de história, e com alguns personagens bem previsíveis. E apesar dos vampiros serem algo completamente diferente do que estamos acostumados, alguns dos personagens secundários chegam até mesmo a beirar o clichê desse tipo de obra. Como a ex-mulher de Eph e seu filho, que parecem estar ali para dar uma carga mais dramática para a série, mas que durante boa parte do tempo são apenas irritantes.

Um dos personagens principais que mais agradou foi o velho Abraham Setrakian (David Bradley), que nos é apresentado logo no primeiro episódio como o dono de uma loja de penhores, que sabe mais sobre a estranha doença dos passageiros do voo vindo de Berlin. A história envolvendo o passado do velho, é uma das partes mais interessantes da série, que mostra seu primeiro encontro com o monstro responsável por espalhar a ‘doença’ do vampirismo, nos campos de concentração da Alemanha nazista. Os flashbacks mostrando esses momentos, não somente ajudam a esclarecer parte da história de alguns personagens, como também para quebrar um pouco o tédio dos primeiros episódios.

A série apesar de prometer ainda muitos sustos, começou de forma lenta e até um pouco cansativa, e em diversos momentos foi como observar um vídeo muito pesado carregando em um dia peculiarmente ruim da internet, você sabe que vale a pena esperar, mas isso não acaba com a vontade de jogar o computador pela janela. Ou seja, a série é boa, mas demorou para ganhar ritmo.

A série começa a ficar realmente mais interessante a partir do terceiro episódio, quando já temos uma visão melhor de toda a história, e do que está acontecendo com os sobreviventes, e os corpos que haviam desaparecido do necrotério da cidade. Mas é somente no sexto episódio chamado Occultation é que vemos realmente o porquê dessa série ser uma das mais esperadas pelos fãs das criaturas da noite, e o final do sétimo episódio é um verdadeiro soco no estomago.

Atualmente já foram exibidos sete episódios da série nos Estados Unidos pelo canal FX. Não sei quais os planos da emissora para a série aqui no Brasil, mas para aqueles curiosos que não resistem esperar, é fácil encontrar vários links com boa qualidade de imagem pela internet.





13 agosto 2014

Resenha - Vinte garotos no Verão


Quando alguém que você ama morre, as pessoas perguntam como você está, mas não querem saber de verdade. Elas buscam a afirmação de que você está bem, de que você aprecia a preocupação delas, de que a vida continua. Em segredo, elas se perguntam quando a obrigação de perguntar terminará (depois de três meses, por sinal. Escrito ou não escrito, é esse o tempo que as pessoas levam para esquecer algo que você jamais esquecerá). As pessoas não querem saber que você jamais comerá bolo de aniversário de novo porque não quer apagar o sabor mágico de cobertura nos lábios beijados por ele. Que você acorda todos os dias se perguntando por que você está viva e ele não. Que na primeira tarde de suas férias de verdade você se senta diante do mar, o rosto quente sob o sol, desejando que ele lhe dê um sinal de que está tudo bem.



Título - Vinte garotos no verão 
Autor - Sarah Ockler 
Páginas - 288
Editora - Novo Conceito 


Foi há apenas um ano.
Doze meses, nove dias e seis horas atrás, para ser mais exata.
Mas, treze meses atrás, tudo era... Perfeito. 



Olá Povo, o blog ficou parado por alguns dias devido aos problemas com minha internet, mas agora finalmente estamos de volta, com o moden trocado e os problemas resolvidos (depois de muitas ligações para minha operadora), vamos recuperar o tempo perdido, e voltar com nossas resenhas.

O livro de hoje é um que é sempre muito bem recomendado por blogueiros e leitores em geral, e um dos lançamentos mais comentado da Editora Novo Conceito.  Vinte garotos no verão, é um livro que me deixou dividida quanto aos seus personagens e qualidade de escrita, mas que me surpreendeu por ser uma história que não fala somente sobre duas garotas tentando se divertir durante as férias, mas também aborda a maneira como todos lidamos com a perda e a dor.

Annie é a melhor amiga dos irmãos Matt e Frankie desde criança. Os três eram praticamente inseparáveis, mas Annie sempre escondeu um segredo, ela era apaixonada por Matt. Sua paixão platônica vive uma reviravolta, quando em seu aniversário de dezesseis anos, Matt se declara e finalmente a beija. A partir daquele dia os dois começam a namorar em segredo, esperando pela melhor oportunidade para contar a Frankie. Mas Matt morre de uma doença cardíaca desconhecida e Annie promete manter o segredo do relacionamento dos dois. Um ano depois a família de Matt decide voltar á praia onde sempre passava os verões, e levam Annie para fazer companhia para Frankie, lá as duas fazem um pacto de sair com vinte garotos diferentes durante as férias. Sem contar que Annie deveria perder a virgindade.

Não sei exatamente por onde começar a falar sobre esse livro, que tem um bom início, que chama a atenção do leitor e prende nossa atenção para o drama vivido por Annie e sua melhor amiga Frankie após a morte de Matt. Toda a situação descrita pela autora é uma visão bem clara de como cada um consegue lidar com a dor da perda. Enquanto Annie tenta fingir que tudo está normal, escrevendo cartas para o namorado já morto, Frankie se torna um personagem amargo e pouco confiável, e que começa a trocar a melhor amiga, por garotos e festas.

Até ai a história parece funcionar muito bem, e faz jus ao seu aparente sucesso nas redes sociais, mas da metade em diante, é impossível não começar a questionar tanto a qualidade da história, quanto as características dos personagens, que começam a seguir extremos, ou são bonzinhos e ingênuos, ou manipuladores e sarcásticos, arruinando todo o esforço da autora mostrado no início do livro, banalizando muitos momentos que poderiam ser melhor aproveitados, como o relacionamento de Annie e Sam, e os momentos de luto e recuperação dos pais de Matt.

Frankie é o tipo de personagem que faz a maioria dos leitores descobrir seu lado psicopata, imaginando diversas maneiras de como matá-la. O personagem perdido e autodestrutivo do início do livro rapidamente se mostra uma criatura amarga, perigosa e muito calculista. A reação dela ao descobrir os segredos de Annie é quase digno de pena, e apesar da autora ter tentado remendar as atitudes dela no final, achei que Frankie foi extremamente injustiçada, já que tinha tudo para ser um grande personagem, e acabou apenas como a patricinha vingativa do livro.

Já Annie é um caso para psicólogos. Como falei anteriormente Annie começa a história muito bem, tendo que lidar com seu sofrimento calada para manter sua promessa de manter o relacionamento dos dois em segredo, ela também tenta ajudar sua melhor amiga a superar a morte do irmão. O problema é que ao longo da história Annie começa a se tornar uma grande bola de pelos de emoções e pensamentos. E a pior parte foi aguentar a ladainha de que ela era 'obrigada' a perder a virgindade por que sua melhor amiga assim exigia. Isso fez com que minha simpatia por ela se evaporasse completamente ao final do livro.

Já os personagens secundários apesar de bons, são pálidos comparado ao resto. Sam o novo interesse amoroso de Annie é o pior deles. Ele possuiu um papel importante na recuperação dela, mas mesmo assim, praticamente não possui uma descrição mais detalhada, e nem ao menos sabemos mais sobre sua história. O relacionamento de Annie com os pais também ficou pendente.

Vinte garotos no verão é um livro que começa bem, tropeça em diversos aspectos durante a história, e encerra com um final já bem previsível. A autora poderia ter nos dados uma grande história com o enredo que possuía, mas optou pelo seguro e nos apresentou apenas mais um drama adolescente como tantos outros. O livro possui bons momentos, mas passou longe de ser um livro cinco estrelas para mim.


Boa leitura.

Devo ter dormido, por que sonhei com Matt. No sonho, ele me dava seu colar com pingente azul de vidro e o bracelete vermelho de Frankie.
- Precisamos cuidar dela, sabe? – ele disse – Eu é que tenho de contar pra ela. É a única maneira.
Eu sei.
Quando ele sorriu para mim, eu prometi. Prometi que a protegeria.
Prometi que nosso segredo iria permanecer oculto por toda a eternidade.
E vai. 

04 agosto 2014

Projeto Registre uma Frase

Olá, o blog está fazendo parte de um novo projeto, dessa vez um fotográfico, que consiste em fotografias que representam frases.
Essa postagem deveria ter sido feita no dia primeiro, mas minha internet está com problemas, e funciona como na era da internet discada, e sem previsão para voltar á vida, então vou deixar a postagem da foto para o final da semana.
A atualização do blog vai seguir lenta, mas vou tentar postar a resenha dessa semana em dia. 


Para entender melhor segue a explicação. 

A ideia do projeto fotográfico: Registre uma frase é:
Tirar uma foto baseada na frase que nós disponibilizaremos a cada mês. A ideia do projeto é fotografar duas imagens, de acordo com as frases a cada mês, e assim vocês podem postar em seus blogs e divulgar o trabalho/hobbie de vocês com a fotografia. 


Os 2 dias que escolhemos para a postagem das fotos no blog, foram os dias, 01 e 17 de cada mês. Mas se caso aconteça de você não conseguir postar nesse dia certo, não tem problema. 

Todo dia 20 de cada mês, disponibilizaremos um banner contendo as 2 frases para a postagem do próximo mês. 

O banner de agosto já esta sendo disponibilizado para vocês, começando já no dia 01, lembrando que se você não quiser começar no dia 01 não tem problema, pode começar no dia 17.


Bom, a participação é livre, qualquer um pode participar, e não tem regras. Desde que seja fotos relacionadas com as frases que divulgaremos. 

Queremos que postem o resultado aqui nesse grupo, pois eu (Alice), estarei postando as melhores fotos todo dia 25 de cada mês, para divulgar também o blog de vocês!


Qualquer um pode participar, é só entrar para o grupo no Facebook, e fazer a postagem no blog ou página. Grupo Registre uma Frase

29 julho 2014

Resenha - Quando tudo volta

Uma morte por overdose. Um fanático estudioso da Bíblia. Um pássaro lendário. Pesadelos com zumbis. Coisas tão diferentes podem habitar a vida de uma única pessoa? Cullen Witter leva uma vida sem graça. Trabalha em uma lanchonete, tenta compreender as garotas e não é lá muito sociável. Seu irmão, Gabriel, de 15 anos, costuma ser o centro das atenções por onde passa. Mas Cullen não tem ciúmes dele. Na verdade, ele é o seu maior admirador. O desaparecimento (ou fuga?) de Gabriel fica em segundo plano diante da nova mania da cidade: o pica-pau Lázaro, que todos pensavam estar extinto e que resolveu, aparentemente, ressuscitar por aquelas bandas. Em meio a uma cidade eufórica por causa de um pássaro que talvez nem exista de verdade, Cullen sofre com a falta do irmão e deseja, mais que tudo, que os seus sonhos se tornem realidade. E bem rápido.




Título - Quando tudo volta 
Autor = John Corey Whaley
Ano - 2014
Páginas - 224
Editora - Novo Conceito 


Fechei o diário, apaguei o abajur e olhei para o meu irmão para ter certeza de que não o havia acordado. Ele ainda dormia, com um sorriso incrivelmente sincero no rosto. Gabriel costumava se desligar do mundo. Com hábitos assim, ele não olhava para frente ao atravessar o corredor da escola. Quando se olha para frente, é possível evitar um empurrão, uma trombada ou o ataque inconveniente de algum idiota que esteja ao lado do bebedouro esperando por alunos mais novos e com cara de inocente que estejam andando olhando para o chão. Meu problema era que eu não era grande nem valente o suficiente para proteger ou defender meu irmão mais novo de nenhuma maneira, exceto pelo uso inteligente que as vezes eu fazia do sarcasmo como distração. Lucas Cader, no entanto, conseguia afastar os babacas de sempre que gostavam de perturbar Gabriel e seus amigos. Acho que, de certo modo, Lucas acreditava ser parte de sua missão no mundo proteger aqueles meninos.  

Quando tudo volta é o tipo de livro que quando terminei de ler, simplesmente não fazia ideia de como fazer uma resenha, pelo simples fato de não ter absolutamente nada para falar dele. Talvez a melhor maneira de descrevê-lo é como sendo o livro dos quase, já que o autor nos trás uma "quase" história interessante, com um "quase" final feliz, o que tornou Quando tudo volta um livro não só superficial, mas também frustrante.

A história fala sobre Cullen Witter um garoto normal morando em uma cidade pequena, que trabalha na lanchonete local, e que tem poucos amigos. E quando seu irmão mais novo desaparece, ele precisa lidar com a crise familiar, e seus sentimos pelo irmão. Mas quando os moradores da cidade passam a dar mais atenção para a notícia do possível reaparecimento de um pica pau que deveria estar extinto, e tratam o sumiço de Gabriel como uma simples fuga, Cullen começa a reavaliar sua vida e suas crenças.

Tudo isso daria uma boa história, e até funcionou durante algumas páginas, mas a falta de consistência, e os capítulos intercalados que deveriam ser a solução para o mistério, mas que somente ajudam a confundir ainda mais o leitor, deixou o enredo fraco e insosso.

A história começa bem, e durante alguns capítulos achei que Quando tudo volta poderia realmente ser um daqueles livros que surpreendem, com uma história melancólica, mas cheia de qualidades, que de certa forma usa a teoria do caos para narrar os acontecimentos na vida de Cullen e Gabriel, mas logo pude sentir que infelizmente esse não seria o caso.

O grande problema do livro é a falta de um bom final. E não estou falando de um final agradável e feliz, isso nem todas as histórias podem nos garantir, e tornaria a leitura algo muito chato, mas Quando tudo volta sofre com a falta de um encerramento para a história, que termina de uma maneira tão abrupta que me deixou pensando se havia perdido meu tempo lendo aquela história.

O melhor personagem do livro é de longe o melhor amigo de Cullen, Lucas. Ele e a namorada Mena são os responsáveis por cuidar de Cullen durante o desaparecimento do irmão. Os dois formam uma especie de rede protetora ao redor de Cullen, não deixando o garoto muito tempo sozinho, Lucas na verdade passava todas as noites dormindo no chão do quarto do amigo, e tentando ajudar da melhor forma possível. Por algum motivo, esses dois personagens secundários e sem muita importância, se mostraram mais densos e agradáveis do que Cullen e seu drama. 

A parte boa foi o autor ter usado a ideia da teoria do caos para criar a base de sua história. Já que nos primeiro capítulos vamos entendendo que as decisões de uma pessoa completamente desconhecida da família de Cullen e distante deles em muitos quilômetros, vai colocar em movimento o destino dele e toda sua família.

Quando tudo volta é um livro que como tantos outros possui bons e maus momentos, o autor acertou na hora de 'amarrar' toda sua história, mas falhou quando precisou nos mostrar mais profundidade tantos nos personagens como no enredo. Mesmo assim ainda poderá agradar alguns leitores que preferem livros curtos e com histórias rápidas e dramáticas.


Boa leitura.

 O Dr.Webb diz que perder um irmão, às vezes, é muito mais difícil para uma pessoa que perder qualquer outro membro da família. “um irmão representa o passado, o presente e o futuro de uma pessoa”, diz ele. “os cônjuges têm um ao outro, e, mesmo quando um morre, eles têm lembranças de um tempo em que existiam antes de a pessoa chegar e conseguem imaginar a vida sem ela com mais facilidade. Da mesma forma, os pais podem ter outros filhos com quem se preocupar – um futuro a zelar por eles. Perder um irmão é perder a única pessoa com quem se dividia um elo de vida que deve continuar pelo futuro”. 

22 julho 2014

Por onde andei lendo...

Olá bookaholics, a renovação do blog está levando mais tempo do que o esperado, (o html me enlouquecendo como sempre)então decidi continuar com nossas postagens enquanto o novo banner e template não ficam prontos.

 E nessa semana temos a volta do "Por onde andei lendo..." dessa vez foi bem pertinho de casa, em Porto Alegre. Mas aproveitei a vista do Guaíba e a tarde com os amigos, em um dos poucos finais de semanas com sol nos últimos meses aqui no estado, para tirar algumas fotos e ler. Não tirei foto do livro que levei comigo (esqueci completamente), mas a aproveitei para começar a ler o esperado Mr.Mercedes do escritor Stephen King.


As fotos são da orla do Guaíba junto a Usina do Gasômetro. O local é lindo, e é conhecido por ter um por do sol maravilhoso. Infelizmente não pude ficar até mais tarde e tirar fotos do entardecer, mas fica o registro da nossa linda Porto Alegre.